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	<title>:: Ambiente Notícias :: &#187; Notícias</title>
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		<title>Cientistas remontam DNA de esquimó extinto e descobrem seus traços físicos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas remontam DNA de esquimó extinto e descobrem seus traços físicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img class="size-full wp-image-603" title="esquimo" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/esquimo.jpg" alt="Queda de cabelos - Inuk tendia à calvície, o que ajudou a ciência, 4 mil anos depois, a desvendar seu DNA (Foto: Nature / AFP)" width="595" height="298" /><p class="wp-caption-text">Queda de cabelos - Inuk tendia à calvície, o que ajudou a ciência, 4 mil anos depois, a desvendar seu DNA (Foto: Nature / AFP)</p></div>
<p>Os pesquisadores Eske Willerslev e Morten Rasmussen, da Universidade de Copenhague, lideraram um grupo de cientistas que reconstruiram – a partir de cabelos – 80% do genoma de um homem batizado de Inuk, que viveu na Groenlândia há 4 mil anos e pertenceu à primeira civilização a ocupar o Ártico.</p>
<p> Os fios de cabelo foram encontrados em uma escavação na década de 1980 e estavam guardados em um museu na Dinamarca.</p>
<p> Inuk tendia à calvície, tinha olhos castanhos, pele escura e tipo sanguíneo A positivo.</p>
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		<title>Expansão de biocombustíveis pode aumentar emissões do Brasil, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Expansão de biocombustíveis pode aumentar emissões do Brasil, diz estudo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>Do Globo Amazônia, em São Paulo</span></span></p>
<p>Cana e soja podem pressionar a floresta amazônica indiretamente, alerta. Emissões de CO2 até 2020 levariam 250 anos para serem compensadas.</p>
<p>Simulação apresentada em artigo na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) aponta que a expansão da produção de etanol e biodiesel pode levar a um aumento das emissões de carbono no Brasil devido à maior ocupação da região amazônica.</p>
<p>O processo ocorreria, segundo o estudo, de forma indireta: as plantações destinadas à produção de biocombustíveis substituem os pastos que, por sua vez, se expandem sobre as áreas de floresta. Os cientistas projetam que 121 mil km² poderiam ser desmatados por causa do processo até 2020. O etanol seria responsável por metade disso e o biodiesel, pelo restante.</p>
<div id="attachment_600" class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img class="size-full wp-image-600" title="tratores" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/tratores.jpg" alt="Tratores preparam terra outrora ocupada por floresta para plantio de soja no norte de Mato Grosso. (Foto: Rodrigo Baleia/Greenpeace)" width="595" height="298" /><p class="wp-caption-text">Tratores preparam terra outrora ocupada por floresta para plantio de soja no norte de Mato Grosso. (Foto: Rodrigo Baleia/Greenpeace)</p></div>
<p> </p>
<p>“A maior parte da expansão da cana-de-açúcar no Brasil ocorreu em terras usadas antes como pasto no Sudeste do país. O mesmo vale para mais de 90% das plantações de soja na região amazônica após a moratória (da soja) de 2006”, justifica o estudo.</p>
<p>O estudo aponta ainda que cerca de 290 mil km² de pastos abertos no país estão abandonados e que, na região amazônica, há pouco estímulo para a recuperação de áreas degradadas, problema reforçado pelo caos fundiário. Em muitas áreas, o gado é criado de forma muito esparsa, apenas para garantir o direito sobre o terreno.</p>
<p>A pesquisa faz um uma projeção para 2020 e conclui que o carbono emitido por essa expansão causará emissões de carbono que levarão 250 anos para serem compensadas pela substituição de combustíveis fósseis pelo renováveis.</p>
<p>Ainda segundo os autores do artigo da PNAS, uma intensificação de 0,13 cabeça gado por hectare (10 mil metros quadrados) na média nacional permitiria que a produção de biocombustíveis se expandisse sem afetar as florestas. O estudo concluiu também que o uso do óleo de palmeira no lugar da soja para a produção de biodiesel levaria a menor impacto nas emissões de carbono.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mudanças climáticas entram no cálculo do eleitor brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças climáticas entram no cálculo do eleitor brasileiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois em cada três brasileiros vão ir às urnas pensando em algo mais do que emprego, bolsa família ou impostos: a novidade é à entrada das mudanças climáticas na agenda do eleitor. Os furações extratropicais no Sul do país, os <img class="alignright size-full wp-image-580" title="eleições" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/eleicoes.jpg" alt="eleições" width="198" height="155" />alagamentos e chuvas torrenciais em Belo Horizonte e São Paulo, o radicalismo da seca no Nordeste e as temperaturas cada vez mais extremas em todo o país estão forçando um novo tema na cabeça do votante brasileiro.</p>
<p>66% dos brasileiros vão decidir seu voto levando em consideração como os candidatos se posicionam diante desta questão, que hoje adquire um tom tão dramático quanto à fome ou a recessão e tão cotidiano como o desemprego ou a inflação.</p>
<p><em>Pergunta: Mudanças climáticas serão um dos mais importantes assuntos que influenciarão meu voto nas próximas eleições (2010).<br />
</em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="405" valign="bottom"> </p>
<p>Respostas</td>
<td width="64" valign="top"><strong>%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Concorda totalmente</td>
<td width="64">38,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Concorda em parte</td>
<td width="64">27,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Soma dos Concorda</td>
<td width="64">65,8</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Discorda em parte</td>
<td width="64">14,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Discorda totalmente</td>
<td width="64">15,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Soma dos Discorda</td>
<td width="64">30,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Não concorda nem discorda</td>
<td width="64">1,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">NS/NR</td>
<td width="64">2,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Total</td>
<td width="64">100</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
</strong><strong>Quem diz que vai levar mais em conta a questão ambiental na hora de escolher candidato?</strong></p>
<p>Os jovens são os mais sensíveis à mobilização eleitoral ao redor da questão das mudanças climáticas: 73% dos que têm 18-24 anos colocam a questão no topo da agenda, o menor percentual está entre os mais velhos (55-69 anos= 52%), criando um corte geracional importantíssimo ao redor do tema. As mulheres são também um pouco mais preocupadas pelo tema do que os homens (68% vs. 64%).</p>
<p>Surpreendemente, não é a elite econômica. As classes, média e média baixa são as mais sensibilizadas pela questão e as que, portanto, teriam maior receptividade para uma candidatura que coloque no centro do debate a questão ambiental. Em termos regionais são as cidades do Nordeste (Recife: 86% e Salvador: 75%) e Goiânia (73%) as que aderem mais a uma plataforma sobre mudanças climáticas. Os eleitores de Brasília são os que dão menor peso a questão (só 50% deles vs. a média nacional de 66%).</p>
<p>Fonte: pesquisa Barômetro Ambiental da Market Analysis, realizado com 835 adultos com 18 ou mais anos residentes nas nove maiores capitais do país (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília). Entrevistas realizadas por telefone durante o mês de Julho de 2009. Margem de erro = +/- 3.4%.</p>
<p><strong><br />
<hr />Sobre a Market Analysis</strong> &#8211; <a href="http://www.marketanalysis.com.br/" target="_blank">Site</a></p>
<p><em>I</em><em>nstituto de pesquisas de mercado e opinião pública, a Market Analysis Brasil possui mais de dez anos de experiência em estudos relacionadas aos mais diversos temas sócio-econômicos do mercado nacional e internacional, principalmente para os países da América Latina.</p>
<p>Com destaque para os assuntos relacionados à sustentabilidade, meio ambiente, saúde, telecomunicações, comportamento social, novas tecnologias de informação e comunicação e bens de consumo; além de projetos relacionados ao custo-benefício entre preços e atributos, tamanho e segmentação dos mercados, identificação de prospects, introdução de novos produtos e conceitos no mercado (turismo, marketing esportivo e entretenimento).</p>
<p>O instituto desenvolve regularmente projetos para empresas de atuação global, como BBC World News, Nestlé, Philips, Roche, Unilever, Petrobras, Coca-Cola e Pão de Açúcar.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Minc e Tarso propõem fundo ambiental de R$ 500 milhões</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Minc e Tarso propõem fundo ambiental de R$ 500 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>RENAN RAMALHO</strong><br />
da <strong>Folha de S. Paulo</strong>, em Brasília</div>
<p>O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o da Justiça, Tarso Genro, assinaram nesta terça-feira (9) um projeto de lei que criaria o Fundo de Proteção Ambiental.</p>
<p>Com recursos de multas e de outros fundos (como o de mudança climática e de segurança pública), ele será usado para apoiar polícias estaduais e órgãos ambientais no combate ao desmatamento na Amazônia, cerrado e caatinga.</p>
<p>Minc estima que, por ano, o fundo disponibilize cerca de R$ 500 milhões.</p>
<p>O objetivo, segundo Minc, é aprovar o projeto no Congresso &#8220;o mais breve possível&#8221; para &#8220;institucionalizar&#8221; o financiamento a ações de combate ao desmatamento.</p>
<p>O projeto consolida também a Comissão Interministerial aos Crimes e Infrações Ambientais.</p>
<p>Trata-se de um grupo composto por representantes dos ministérios da Justiça e Meio Ambiente, polícias Federal e Rodoviária Federal, Ibama e Instituto Chico Mendes para traçar políticas e planos para aplicação do fundo.</p>
<p>&#8220;Como é que podemos ter uma meta oficial com a ONU se não tivermos recursos firmes e forças policiais [para combater o desmatamento]?&#8221;, questionou Minc.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas decifram genoma de erva do bioetanol</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas decifram genoma de erva do bioetanol]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p>da <strong>France Presse</strong>, em Paris</div>
<p>O genoma de uma erva de regiões temperadas, prima de uma planta utilizada para a produção de bioetanol, foi sequenciado, o que pode colaborar para as pesquisas sobre cereais como o trigo, a aveia e o centeio, revelou um estudo publicado na quarta-feira (10).</p>
<p>A <em>Brachypodium distachyon</em>, erva selvagem originária das regiões mediterrâneas e do Oriente Médio, &#8220;tem pouca importância para a agricultura e não tem grande valor econômico&#8221;.</p>
<p>Mas o sequenciamento de seu genoma torna possível obter informações sobre plantas &#8220;muito importantes para a alimentação mundial&#8221;, apontou a Universidade do Estado de Oregon (OSU), nos Estados Unidos, em um comunicado.</p>
<p>Segundo a análise comparada dos genomas, o arroz, o sorgo e a <em>Brachypodium</em> possuem 13.580 genes comuns, conservados ao longo da evolução.</p>
<p>Estes genes ancestrais, cuja função é conhecida, poderiam ser compartilhados por uma planta prima da <em>Brachypodium</em>, a switchgrass (<em>Panicum virgatum</em>, uma gramínea), que pode ser usada na produção de etanol.</p>
<p>Modificações genéticas podem, desta maneira acelerar seu crescimento e fazer com que a celulose seja mais facilmente diluível no álcool.</p>
<p>Os resultados desse vasto programa de sequenciamento, do qual participaram dezenas de laboratórios americanos, europeus, chineses e sul-coreanos, foram publicados na revista científica &#8220;Nature&#8221;.</p>
<p>Os genomas do milho, do arroz e do sorgo já haviam sido decifrados. A <em>Brachypodium</em> pertence a outra subfamília de gramíneas, a dos <em>Pooideae</em> (que inclui mais de 3.000 espécies, entre elas o trigo e o centeio).</p>
<p>Muitas destas plantas apresentam um genoma enorme (17 bilhões de bases para o trigo, cinco vezes mais que o genoma humano), enquanto o da <em>Brachypodium</em> é bastante compacto (272 milhões de pares de bases), o que facilitou seu sequenciamento.</p>
<p>&#8220;São plantas de fácil cultivo, fáceis de manipular geneticamente, fáceis de estudar e que apresentam um curto ciclo de vida&#8221;, explicou em um comunicado Todd Mockler, um dos pesquisadores que coordenou o sequenciamento.</p>
<p>Os dados genéticos obtidos pelo sequenciamento da Brachypodium tornarão possível &#8220;melhorar plantas de grande valor agrícola, como o trigo&#8221;, indicou por sua vez James Carrington, da OSU.</p>
<p>&#8220;Assim, poderemos aumentar nosso conhecimento para tentar melhorar a produção de bioetanol&#8221;, disse Jérôme Salse, do Instituto Francês de Pesquisa Agrônoma (INRA).</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cientistas fazem propostas para o futuro do IPCC</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/noticias/noticias-esquerda-sem-imagem/cientistas-fazem-propostas-para-o-futuro-do-ipcc</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:57:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas fazem propostas para o futuro do IPCC]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>JÉRÔME CARTILLIER</strong><br />
da <strong>France Presse</strong>, em Paris</div>
<p>Após uma série de polêmicas, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC) deve reforçar seus procedimentos, evoluir e, inclusive, se transformar profundamente, avaliam vários cientistas que contribuíram com seus trabalhos.</p>
<p>Criado há 20 anos e premiado com um Nobel da Paz, o IPCC publica a cada seis ou sete anos um informe que serve de referência nas negociações internacionais sobre mudança climática.</p>
<p>Em um artigo publicado nesta quarta-feira na revista científica &#8220;Nature&#8221;, intitulado &#8220;O IPCC, devemos honrá-lo, transformá-lo ou suprimi-lo?&#8221; (em tradução livre), cinco cientistas fazem propostas que vão desde uma maior frequência na publicação à criação de um instrumento que permita um &#8220;debate aberto&#8221; do tipo Wikipedia.</p>
<p>Há três meses, as polêmicas se multiplicaram sobre o organismo criado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pela Organização Meteorológica Mundial (OMM).</p>
<p>Com ou sem razão, essas polêmicas exercem pressões sobre o Painel, que contribuiu com seus trabalhos para situar o clima no centro do cenário diplomático.</p>
<p>Pouco antes da conferência mundial de Copenhague explodiu um escândalo chamado Climategate: milhares de mensagens eletrônicas de cientistas prestigiados que colaboraram com o IPCC foram publicadas na internet. Algumas delas deram a entender que os autores ocultaram dados que contradiziam o aquecimento climático.</p>
<p>Mais grave ainda para um organismo encarregado de esclarecer os que tomam as decisões políticas: o IPCC admitiu, em janeiro passado, que cometeu um lamentável erro ao afirmar em seu último informe (de 2007) que as geleiras do Himalaia se derretiam mais rápido que as outras do mundo e podiam &#8220;desaparecer até 2035, ou antes disso&#8221;.</p>
<p>Mike Hulme, da Universidade de East Anglia (Grã-Bretanha), considera que está claro que as estruturas e os procedimentos do IPCC estão &#8220;caducos&#8221;.</p>
<p>O cientista propõe que ele seja dissolvido após a publicação do próximo informe, previsto para 2014, e substituído por três entidades diferentes: a primeira, encarregada dos conhecimentos científicos, publicaria regularmente sínteses sobre o estado das pesquisas; a segunda se dedicaria ao estudo das repercussões regionais; e a terceira às respostas políticas possíveis.</p>
<p>Thomas Stocker, da Universidade de Berna, considera que, em meio a um debate frequentemente apaixonado, o IPCC não deve de nenhuma maneira &#8220;ceder à pressão&#8221; de publicar cada vez mais rápido, e deve reivindicar sem complexos a elaboração de um informe cujos tempos são diferentes das ONG, das instituições ou dos grupos de pressão.</p>
<p>Eduardo Zorita, do centro de pesquisas GKSS de Hamburgo (Alemanha) estima que o IPCC ocupa hoje &#8220;um espaço confuso entre a ciência e a política&#8221; e sugere que ele seja transformado em uma agência independente, citando o exemplo da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).</p>
<p>Na opinião de John Christy, da Universidade do Alabama (EUA), a única maneira de mostrar &#8220;a heterogeneidade dos pontos de vista científicos&#8221; seria criar uma espécie de &#8220;Wikipedia do IPCC&#8221;. &#8220;O resultado seria mais útil que grossos livros e ofereceria uma representação mais honesta&#8221; do debate científico, disse.</p>
<p>Finalmente, o presidente do IPCC, o indiano Rajendra Pachauri, que descartou toda ideia de demissão, defende o balanço do IPCC &#8220;de avaliações transparentes e objetivas de mais de 21 anos, estabelecidas por dezenas de milhares de cientistas&#8221; do mundo.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relatório avalia ação indireta de empresas sobre desmatamento</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/noticias/noticias-esquerda-sem-imagem/relatorio-avalia-acao-indireta-de-empresas-sobre-desmatamento</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:54:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Relatório avalia ação indireta de empresas sobre desmatamento]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>RAFAEL GARCIA</strong><br />
da <strong>Folha de S. Paulo</strong></div>
<p>Um relatório patrocinado pelo governo britânico e por um grupo de fundações filantrópicas está elaborando um sistema de classificação de empresas pelo impacto de seus negócios na preservação de florestas.</p>
<p>Liderado pela Fundação Global Canopy, o Forest Footprint Disclosure (revelação da pegada florestal) avalia qual o grau de controle que as companhias têm sobre sua produção e consumo de produtos que podem estar ligados ao desmate.</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="3"> </td>
<td>Editoria de Arte/Folha Imagem</td>
<td rowspan="3"> </td>
</tr>
<tr>
<td><img class="aligncenter size-full wp-image-571" title="campeas" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/campeas.gif" alt="campeas" width="550" height="225" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Veja acima a lista com as indicadas pelo relatório que avalia ação indireta de empresas sobre desmatamento</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Entre as chamadas commodities de risco florestal estão couro, carne, dendê, madeira e soja, todas direta ou indiretamente ligadas a pressão por desmate em florestas tropicais.</p>
<p>No primeiro relatório do programa, apenas 35 das 217 das empresas contatadas relataram suas políticas de aquisição desses produtos, dentre as quais Nike, Adidas, British Airways, L&#8217;Oréal e Unilever.</p>
<p><strong>Baixa adesão</strong></p>
<p>Segundo a Global Canopy, a adesão foi baixa porque muitas empresas não puderam levantar os dados necessários ainda (as solicitações foram feitas em julho de 2009).</p>
<p>Por isso, nesta etapa, em alguns setores, como o automotivo, só uma ou duas empresas ofereceram resposta.</p>
<p>&#8220;Algumas empresas que estão divulgando práticas &#8220;ambientalmente amigáveis&#8221; em mensagens para o mercado consumidor não revelam seu impacto sobre as florestas&#8221;, disse Tracey Campbell, diretora do projeto, em comunicado.</p>
<p>O relatório publicado no site <a href="http://www.forestdisclosure.com/" target="_blank">www.forestdisclosure.com</a> lista quais empresas não forneceram os dados no prazo e quais se recusaram.</p>
<p>Segundo os diretores da iniciativa, porém, muitas manifestaram interesse em aderir à iniciativa nos próximos anos.</p>
<p>Um relato auditado de práticas ambientais corretas das empresas pode lhes dar vantagem competitiva, dizem os criadores do programa.</p>
<p>&#8220;Não se trata de criar barreiras comerciais&#8221;, diz Peter May, economista da ONG Amigos da Terra que participa do projeto. &#8220;A questão é criar um diferencial positivo para empresas que agem corretamente.&#8221;</p>
<p>A maioria das empresas brasileiras citadas no relatório é do setor alimentício. A única a fornecer dados, porém, foi o frigorífico Independência, que perdeu capital com a crise financeira mundial e está em processo de recuperação judicial.</p>
<p>A JBS, maior frigorífico do mundo, consta da lista daquelas que não se manifestaram. O departamento de sustentabilidade da empresa, porém, nega ter sido procurado.</p>
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		<title>Jogar lixo nas piscinas naturais de Alagoas pode dar cadeia</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 22:49:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Jogar lixo nas piscinas naturais de Alagoas pode dar cadeia ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Por causa da grande quantidade de lixo, as autoridades de turismo anunciaram uma medida radical<br />
</strong><br />
Os corais cercam, a maré incentiva e Maragogi, no litoral norte de Alagoas, ganha piscinas. Diversão que bate na altura da cintura, em pleno alto mar.</p>
<p>“Venho do Rio e descobri no guia. Fiquei maravilhada”, diz a turista Cláudia Paiva.</p>
<p>É uma festa com direito a comida e bebida à vontade. Tudo vendido por jangadas-bares que aproveitam a passagem de milhares de visitantes todos os dias. Mas tudo com fiscalização permanente para que o comércio não prejudique o motivo que traz todos até aqui.</p></div>
<div style="TEXT-ALIGN: justify">“Ação primordial é garantir a qualidade do ambiente. O desafio é número de pessoas”, explica o chefe da APA Costa dos Corais Marcelo Françoso.</p>
<p>A natureza também fez uma piscina para a capital Maceió. Fica a dois quilômetros da orla. O passeio até lá é o único no Nordeste feito em jangadas.</p>
<p>“Todo mundo fala muito bem. Quem vem para Alagoas tem que conhecer”, sugere a turista Kelly Cristina.</p>
<p>“É o paraíso, não tem o que falar, é o paraíso”, elogia o turista Sílvio Luiz Gouveia.</p>
<p>O passeio dura, em média, uma hora e meia. É um vai e vem sem parar de mais de 100 jangadas com turistas. Já os bares flutuantes, depois de décadas no mar, vão ter de ficar na areia. O comércio nas proximidades dos corais está proibido nessas águas.</p>
<p>Há pelo menos seis meses, o conselho gestor da piscina natural da praia de Pajuçara vem recebendo denúncias de poluição. Alguns bares descartavam no local lixo, restos de alimentos e até óleo.</p>
<p>“Está definitivamente proibido. Por certo, vai haver uma avaliação técnica e legal para que se tiver que acontecer uma comercialização, que ela seja feita de forma adequada preservando, sobretudo, o nosso passeio”, afirma a secretária de Turismo de Maceió Cláudia Pessoa.</p>
<p>Quem descumprir pode ser preso por crime ambiental e pagar multa que vai de R$ 700 a R$ 100 mil.</p></div>
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		<title>Governo brasileiro adota critérios de sustentabilidade nas licitações</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 22:48:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Governo brasileiro adota critérios de sustentabilidade nas licitações ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A utilização de critérios sustentáveis na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços pelos órgãos do governo federal foi regulamentada pelo Ministério do Planejamento. As regras abrangem os processos de extração ou fabricação, utilização e o descarte de produtos e matérias-primas.</p>
<p>De agora em diante, as obras públicas serão elaboradas visando a economia da manutenção e operacionalização da edificação, redução do consumo de energia e água, bem como a utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental.</p>
<p>“Essas regras vão exigir uma readequação do mercado, já que nem todos os fornecedores terão produtos qualificados para as nossas exigências”, alertou o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Segundo ele, o governo possui grande poder de compra e deve induzir essas mudanças junto ao mercado.</p>
<p>“Com essas medidas, o governo estimula a sociedade a seguir esse caminho, não apenas porque dá o exemplo, mas também porque pode induzir os fornecedores a se preparar para fornecer produtos e serviços ambientalmente sustentáveis”, justificou.</p>
<p>Entre as determinações, há a exigência para que as construtoras tenham um projeto de gerenciamento de resíduos provenientes da construção civil que atendam às normas do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Assim, os resíduos das obras serão destinados a aterros sanitários ou usinas de tratamento de lixo.</p>
<p>A Instrução Normativa também prevê, no caso das obras públicas, a utilização de sistemas de reuso de água e energia, procedimentos para reduzir o consumo de energia, utilização de materiais reciclados, reutilizáveis e biodegradáveis e redução da necessidade de manutenção, além do uso de energia solar. Outra exigência é a comprovação da origem da madeira para evitar o emprego de madeira ilegal na execução da obra ou serviço.</p>
<p>O governo federal também recomenda que os bens e serviços sejam constituídos, no todo ou em parte, por material atóxico, biodegradável e reciclado e que não contenham substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva européia RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances). Entre eles, o chumbo, o cromo, o cromo hexavalente e o cádmio.</p>
<p>A Instrução ainda traz regras para a contratação de serviços, como a separação dos resíduos reciclados descartados pelos órgãos, a adequada destinação para pilhas e baterias e a utilização de produtos de limpeza e conservação de produtos que atendam às determinações da Anvisa. O documento também prevê que as empresas contratadas realizem programas internos de treinamento para a redução de consumo de energia elétrica e  de água.</p>
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		<title>Desafio Global: ONGs apresentam iniciativas visando a alimentação saudável</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 20:22:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Desafio Global: ONGs apresentam iniciativas visando a alimentação saudável ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>A Associação Prato Cheio participa de concurso mundial com o projeto ‘Oficinas Culinárias como Ferramentas para a Educação Nutricional’</strong></p>
<p>Começa dia 25 de janeiro a votação para eleger o melhor projeto participante do Desafio Global ‘Nutrição de Qualidade: Soluções Inovadoras’, uma realização do Changemakers, grupo da americana Ashoka em parceria com a GAIN (The Global Alliance for Improved Nutrition).</p>
<p>Entre as ONGs concorrentes está a Associação Prato Cheio, que atua para minimizar a fome e combater o desperdício de alimentos na cidade São Paulo. Para o concurso mundial a APC inscreveu seu projeto ‘Educar é Nutrir – Oficinas Culinárias como Ferramentas para a Educação Nutricional’, que consiste em cursos sobre alimentação saudável, aproveitamento integral dos alimentos, noções de higiene pessoal, de equipamentos e utensílios e elaboração de cardápio. <img class="alignright size-full wp-image-558" title="alimentos" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/alimentos21.jpg" alt="alimentos" width="300" height="318" /></p>
<p>A ideia da ONG é utilizar alimentos doados, muitas vezes maduros demais ou machucados devido à manipulação e transporte e que não serão mais vendidos. As oficinas trazem alternativas de consumo para estes alimentos que não podem ser oferecidos para a população de forma “in natura”, apesar de manterem suas propriedades nutricionais.</p>
<p>“Quando não aproveitados pelas instituições em receitas criativas e práticas, esses correm o risco de virarem lixo orgânico, contribuindo para o aumento do desperdício no Brasil e da insegurança alimentar, pois grande parte da população que recebe as doações da Associação Prato Cheio não tem acesso a uma alimentação variada e saudável”, destaca Camila Borges, nutricionista da APC.</p></div>
<div style="TEXT-ALIGN: justify">
<div style="TEXT-ALIGN: left">Os três vencedores do concurso receberão um apoio financeiro de U$S 5 mil para o fortalecimento de seu projeto.</div>
<div style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Mais informações <a href="http://www.changemakers.com/pt-br/node/55611" target="_blank">http://www.changemakers.com/pt-br/node/55611</a></strong></div>
<p>O Changemakers é uma iniciativa da Ashoka, organização com mais de três décadas de história,  que busca, financia e expande o trabalho de empreendedores sociais ao redor do planeta.</p>
<p><strong>Sobre a Associação Prato Cheio</strong></p>
<p>Além da arrecadação e distribuição de alimentos, a APC, fundada em 2001 por um grupo de jovens universitários, realiza outras atividades como acompanhamento nutricional das crianças atendidas e orientação sobre a manipulação e estocagem de alimentos, educando a consciência do desperdício.</p>
<p>A ONG ainda promove cursos de culinária com receitas que ensinam o aproveitamento máximo de alimentos doados, preservando seus valores nutricionais, e visitas às cozinhas de todas as entidades participantes. A sede da Associação Prato Cheio está localizada à Coronel José Eusébio, 95 &#8211; Travessa D. Paula, 100 &#8211; Casa 03, Consolação. Mais informações sobre a APC pelo telefone: (11) 3255.3559 ou pelo site www.pratocheio.org.br.</p></div>
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