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	<title>:: Ambiente Notícias ::</title>
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		<title>Projetos de restauração de matas ciliares podem ser entregues até dia 26</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:44:47 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Ambiente Bahia]]></category>

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		<description><![CDATA[Projetos de restauração de matas ciliares podem ser entregues até dia 26]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá) prorrogou para 26 deste mês o prazo para envio de projetos para seleção e celebração de convênios de restauração de matas ciliares e nascentes nas bacias hidrográficas em 21 macrobacias hidrográficas (regiões de planejamento e gestão das águas) na Bahia. Os convênios serão celebrados de maneira articulada entre as prefeituras e instituições (pessoas jurídicas de direito público), e destas com organizações da sociedade civil.</p>
<p align="justify">Serão selecionados 21 projetos, para repasse de recursos de até R$ 50 mil cada, ou de acordo com o alcance de suas propostas.</p>
<p align="justify">A Chamada Pública integra as ações do Grupo de Trabalho – do qual o Ingá faz parte – do Programa Estadual de Restauração e Conservação de Matas Ciliares e Nascentes, que contempla a recuperação ambiental de nascentes e matas ciliares em todas as bacias do Estado da Bahia. Acesse o edital da chamada pública através do link: <a href="http://www.inga.ba.gov.br/modules/news/article.php?storyid=778">http://www.inga.ba.gov.br/modules/news/article.php?storyid=778</a></p>
<p align="justify">Fonte: AGECOM</p>
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		<title>Serviço Florestal produz sistema digital para identificação de madeiras</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/destaque/servico-florestal-produz-sistema-digital-para-identificacao-de-madeiras</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 04:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Sistema requer instrumentos de baixo custo para aprimorar fiscalização de órgãos ambientais e manejo florestal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por: Serviço Florestal Brasileiro</p>
<p><em>Sistema requer instrumentos de baixo custo para aprimorar fiscalização de órgãos ambientais e manejo florestal</em></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A partir de abril, agentes de órgãos ambientais e produtores florestais terão uma ferramenta que pode aprimorar a fiscalização do transporte de madeira e os planos de manejos das indústrias madeireiras. O Laboratório de Pesquisa Florestal, do Serviço Florestal Brasileiro, elaborou um sistema digital para facilitar a identificação das espécies de madeira comercializadas no Brasil.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O sistema Madeiras Comerciais do Brasil catalogou 59 caracteres gerais e macroscópicos (cheiro, cor, anéis de crescimento, porosidade&#8230;) de 160 espécies de madeiras comercializadas no país. Esses caracteres podem ser identificados a olho nu ou com o auxílio de instrumentos simples e de baixo custo. Depois de identificada, é possível descobrir se a espécie está ameaçada de extinção, se pode ser comercializada no Brasil e no exterior, onde pode ser encontrada no país, entre outras informações.<img class="alignright size-medium wp-image-606" title="aroeira" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/aroeira-300x224.jpg" alt="aroeira" width="300" height="224" /></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Durante o mês de fevereiro, o sistema será testado por 40 pessoas de órgãos de fiscalização, como o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Ibama) e a Polícia Federal, e institutos de pesquisa. Depois desse período, ele será finalizado e distribuído em CD-ROM e, a partir do segundo semestre de 2010, o sistema estará disponível na internet.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8220;<em>Procuramos desenvolver um sistema fácil de usar e funcional. Por isso, optamos por caracteres macroscópicos, que não necessitam de laboratórios com equipamentos sofisticados para serem reconhecidos</em>.&#8221;, explica a Dra. Vera Coradin, bióloga do LPF. Após um treinamento que pode ser oferecido pelo LPF ou por outros institutos de pesquisas, o usuário do sistema precisará apenas de um canivete e uma lupa conta-fios (que custa em torno de R$ 20,00) para conseguir identificar as espécies de madeiras. &#8220;<em>O sistema será de grande utilidade para estudantes, professores, empresas madeireiras, órgãos de fiscalização e interessados em geral</em>&#8220;, avalia Vera, que coordenou a elaboração do sistema junto com os pesquisadores do LPF José Arlete Camargo, Tereza Cristina Pastore e Alexandre Christo (consultor).</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Todos os dados das espécies catalogadas no sistema foram obtidos pelos pesquisadores do LPF a partir da coleção de madeiras (xiloteca) do órgão. &#8220;<em>A confiabilidade das informações encontradas é outro aspecto importante desse sistema</em>&#8220;, completa Vera.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Fiscalização mais rápida</strong><br />
Um dos principais beneficiários do sistema &#8220;<strong>Madeiras Comerciais do Brasil</strong>&#8221; deve ser a Polícia Federal e o Ibama, que agilizará a elaboração dos laudos necessários para resolver crimes ambientais. Os policiais e fiscais do Ibama têm recebido treinamento do LPF para identificação de madeiras. Com o sistema, poderão identificar mais facilmente, por exemplo, se uma espécie de madeira usada na construção de móveis está ameaçada de extinção.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8220;<em>Além de agilizar o trabalho da perícia, esse sistema dará mais confiabilidade para os nossos laudos, pois os dados são de um laboratório que referência na área de identificação de madeira. Atualmente, não temos um padrão para comparar as espécies de madeira, então esse banco de dados deve suprir essa falta</em>&#8220;. explica Marcelo Garcia, perito da Polícia Federal que testarão o programa do LPF em uma perécia que envolve a identificação de 40 espécies de madeira.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O sistema também será especialmente útil na fiscalização do transporte de madeira ilegal, já que uma fraude comum é declarar o nome de uma espécie na nota e transportar outra.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Manejo mais eficaz</strong><br />
As indústrias florestais também se beneficiarão com o programa, que facilitará o trabalho dos técnicos responsáveis pelo manejo florestal, mesmo quando estiverem em campo.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">
Eles poderão identificar rapidamente se uma espécie encontrada está em extinção ou se está entre as mais comercializadas, pois o sistema pode ser instalado em um computador portátil sem acesso à internet. Os nomes populares também podem ser usados para auxiliar no reconhecimento das espécies.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8220;<em>A identificação correta da espécie de madeira no plano de manejo é primordial para garantir a legalidade de todo o trabalho da empresa que vende a madeira e das empresas que compram</em>&#8220;, ressalta Vera Coradin.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>Expansão</strong><br />
Das 160 espécies de madeiras catalogadas, 60 estão na listas das 100 mais comercializadas no Brasil. A pretensão do LPF para 2011 é acrescentar mais 90 espécies no sistema.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O Sistema Madeiras Comerciais do Brasil foi elaborado com base no software Delta para catalogar organismos vivos desenvolvido pelos pesquisadores australianos Mike Dallwitz, Tone Paine e Eric Zurcher.</p>
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		<title>Cientistas remontam DNA de esquimó extinto e descobrem seus traços físicos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:52:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Cientistas remontam DNA de esquimó extinto e descobrem seus traços físicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_603" class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img class="size-full wp-image-603" title="esquimo" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/esquimo.jpg" alt="Queda de cabelos - Inuk tendia à calvície, o que ajudou a ciência, 4 mil anos depois, a desvendar seu DNA (Foto: Nature / AFP)" width="595" height="298" /><p class="wp-caption-text">Queda de cabelos - Inuk tendia à calvície, o que ajudou a ciência, 4 mil anos depois, a desvendar seu DNA (Foto: Nature / AFP)</p></div>
<p>Os pesquisadores Eske Willerslev e Morten Rasmussen, da Universidade de Copenhague, lideraram um grupo de cientistas que reconstruiram – a partir de cabelos – 80% do genoma de um homem batizado de Inuk, que viveu na Groenlândia há 4 mil anos e pertenceu à primeira civilização a ocupar o Ártico.</p>
<p> Os fios de cabelo foram encontrados em uma escavação na década de 1980 e estavam guardados em um museu na Dinamarca.</p>
<p> Inuk tendia à calvície, tinha olhos castanhos, pele escura e tipo sanguíneo A positivo.</p>
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		<title>Expansão de biocombustíveis pode aumentar emissões do Brasil, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Expansão de biocombustíveis pode aumentar emissões do Brasil, diz estudo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span><span>Do Globo Amazônia, em São Paulo</span></span></p>
<p>Cana e soja podem pressionar a floresta amazônica indiretamente, alerta. Emissões de CO2 até 2020 levariam 250 anos para serem compensadas.</p>
<p>Simulação apresentada em artigo na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS) aponta que a expansão da produção de etanol e biodiesel pode levar a um aumento das emissões de carbono no Brasil devido à maior ocupação da região amazônica.</p>
<p>O processo ocorreria, segundo o estudo, de forma indireta: as plantações destinadas à produção de biocombustíveis substituem os pastos que, por sua vez, se expandem sobre as áreas de floresta. Os cientistas projetam que 121 mil km² poderiam ser desmatados por causa do processo até 2020. O etanol seria responsável por metade disso e o biodiesel, pelo restante.</p>
<div id="attachment_600" class="wp-caption aligncenter" style="width: 605px"><img class="size-full wp-image-600" title="tratores" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/tratores.jpg" alt="Tratores preparam terra outrora ocupada por floresta para plantio de soja no norte de Mato Grosso. (Foto: Rodrigo Baleia/Greenpeace)" width="595" height="298" /><p class="wp-caption-text">Tratores preparam terra outrora ocupada por floresta para plantio de soja no norte de Mato Grosso. (Foto: Rodrigo Baleia/Greenpeace)</p></div>
<p> </p>
<p>“A maior parte da expansão da cana-de-açúcar no Brasil ocorreu em terras usadas antes como pasto no Sudeste do país. O mesmo vale para mais de 90% das plantações de soja na região amazônica após a moratória (da soja) de 2006”, justifica o estudo.</p>
<p>O estudo aponta ainda que cerca de 290 mil km² de pastos abertos no país estão abandonados e que, na região amazônica, há pouco estímulo para a recuperação de áreas degradadas, problema reforçado pelo caos fundiário. Em muitas áreas, o gado é criado de forma muito esparsa, apenas para garantir o direito sobre o terreno.</p>
<p>A pesquisa faz um uma projeção para 2020 e conclui que o carbono emitido por essa expansão causará emissões de carbono que levarão 250 anos para serem compensadas pela substituição de combustíveis fósseis pelo renováveis.</p>
<p>Ainda segundo os autores do artigo da PNAS, uma intensificação de 0,13 cabeça gado por hectare (10 mil metros quadrados) na média nacional permitiria que a produção de biocombustíveis se expandisse sem afetar as florestas. O estudo concluiu também que o uso do óleo de palmeira no lugar da soja para a produção de biodiesel levaria a menor impacto nas emissões de carbono.</p>
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		<item>
		<title>Onda de calor mata mais de 50 na Baixada Santista</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/destaque/onda-de-calor-mata-mais-de-50-na-baixada-santista</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Com temperaturas atingindo os 39ºC e sensação térmica de até 45ºC, a onda de calor que atingiu a Baixada Santista essa semana matou mais de 50 pessoas entre domingo e terça-feira.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>REJANE LIMA - Agencia Estado</div>
<div> </div>
<div><img class="alignright size-full wp-image-595" title="onda-de-calor" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/onda-de-calor.jpg" alt="onda-de-calor" width="184" height="143" /></div>
<div>SANTOS - Com temperaturas atingindo os 39ºC e sensação térmica de até 45ºC, a onda de calor que atingiu a Baixada Santista essa semana matou mais de 50 pessoas entre domingo e terça-feira. Em Santos, foram 32 óbitos entre segunda e terça-feira. Em todo o mês de fevereiro do ano passado, Santos registrou um total de 24 óbitos. A maioria das vítimas dessa semana foi idosos que já apresentavam doenças crônicas.</p>
<p>De acordo com a Secretária Municipal de Saúde de São Vicente, o número de óbitos registrados na cidade entre domingo e terça-feira também chamou a atenção, tendo sido 30% acima da média: 24 pessoas morreram em São Vicente, 16 delas no Pronto Socorro. Embora a temperatura alta, o clima abafado, a falta de vento e os índices de umidade sejam similares em toda a Baixada Santista, as prefeituras de Guarujá e Cubatão afirmam que o número de mortes está dentro da média. Já a Prefeitura de Praia Grande não contabilizou os índices.</p>
<p>&#8220;Os pacientes que vieram a óbito tinham entre 60 a 97 anos, tinham hipertensão, diabetes, cardiopatias e problemas renais e provavelmente o calor acabou piorando essas doenças de base&#8221;, disse a chefe do Departamento de Regulação da Secretaria de Saúde de Santos, Maria Ligia Lyra Pereira. &#8220;O padrão de anormalidade foi até terça-feira. Segunda tivemos 220 chamados de ambulância e a média é 130 por dia&#8221;.</p>
<p>A hipótese de que as altas temperaturas podem ser a razão do aumento do número de mortes é reforçada pelo fisiologista Raul Santo de Oliveira, doutor em fisiologia do exercício e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Segundo ele, idosos e sedentários tem mais dificuldades de &#8220;perder o calor&#8221;, ou seja, acionar os mecanismos internos (como a sudorese) que permitem que o sangue e as células mantenham a temperatura do corpo próxima aos 37 graus.</p>
<p>&#8220;Quando o mecanismo termorregulador é ineficiente, aumenta muito a temperatura do corpo, aumentando a frequência cardíaca e a pressão arterial, e prejudicando as funções do organismo&#8221;, explicou. &#8220;Na época do calor, o ser humano ganha muito calor do ambiente, do vento quente, do sol, ao entrar no carro quente que fica no sol. O corpo vai aumentado a temperatura interna e esse calor precisa ser dissipado, jogado para fora do corpo&#8221;, completa o médico.</p></div>
<div>
Para ele, uma maneira de evitar que os idosos piorem com o calor é observar os níveis de frequência cardíaca e a pressão arterial, se estão vermelhos e sempre evitar a automedicação. As dicas do médico para evitar problemas de saúde causados pelo calor são: usar roupas claras e leves, não esquecer do protetor solar e caprichar na hidratação. Além de água e suco, ele recomenda as bebidas isotônicas, que também repõem os sais minerais perdidos com o suor.</div>
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		</item>
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		<title>Confira as praias liberadas para banho nesse carnaval</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/ambiente-bahia/confira-as-praias-liberadas-para-banho-nesse-carnaval</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente Bahia]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as praias liberadas para banho nesse carnaval ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"></span></span></div>
<p> </p>
<p><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"></p>
<div id="attachment_590" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-590" title="Farol de Itapuã" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/faroldeitapua.jpg" alt="Itapuã é uma boa opção para o folião" width="300" height="214" /><p class="wp-caption-text">Itapuã é uma boa opção para o folião</p></div>
<p> </p>
<p></span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.6pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Para aqueles que não pretendem brincar carnaval, mas vão ficar na capital, ou até mesmo para os foliões que não dispensam uma praia, antes da </span><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">avenida, o banho de mar está garantido na maior parte da Região Metropolitana de Salvador.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.6pt; TEXT-ALIGN: justify" align="justify"><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Com exceção das praias da Boca do Rio, da Penha e de Periperi, consideradas impróprias, quem estiver em Salvador nesse período poderá tomar seu banho de mar despreocupado, principalmente nas praias que ficam distantes da folia, como é o caso de Ipitanga, Villas do Atlântico e Buraquinho, no município de Lauro de Freitas.</span></p>
<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Acesse o link para ver a localização das praias de Salvador e clique na praia que desejar, para conferir suas condições de banho: </span><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"><a href="http://www.seia.ba.gov.br/aguas/praia_fatia/salvador.cfm"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #800080;">http://www.seia.ba.gov.br/aguas/praia_fatia/salvador.cfm</span></span></a></span></div>
<p> </p>
<p></span></p>
<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">A praia é considerada própria, quando apresenta 80% de amostras, menos de 1.000 coliformes fecais por 100ml de água. Estes critérios foram estabelecidos pela portaria 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).</span></div>
<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Em tempo chuvoso, o Instituto do Meio Ambiente (IMA) desaconselha o banho de mar. Nesse período as praias podem ser contaminadas por arraste de detritos diversos, carregados das ruas através das galerias pluviais, podendo causar doenças. Além disso, é desaconselhável, mesmo em dias de sol, o banho de mar próximo à saída de esgotos, desembocadura dos rios urbanos, córregos e canais de drenagem.</span></div>
<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">O IMA é o órgão responsável por divulgar toda a semana o boletim de balneabilidade das praias de Salvador, com base nos estudos técnicos realizados pela Diretoria de Fiscalização e Monitoramento Ambiental (Difis). </span><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Durante o verão, a equipe técnica colhe amostras de material de 79 praias do litoral baiano, trinta delas somente em Salvador.</span></div>
<div><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Por meio de exames bacteriológicos são confirmadas as praias impróprias para o banho no final de cada semana. </span><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">O monitoramento é estendido anualmente, entre os meses de novembro e abril e tem a finalidade de garantir o serviço aos banhistas que desfrutam das praias baianas fora da capital durante a estação mais quente do ano.</span></div>
<div><strong><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma">Ascom - IMA </span></strong><strong><span style="FONT-SIZE: 9pt; COLOR: #333333; FONT-FAMILY: Tahoma"> </span></strong></div>
]]></content:encoded>
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		<title>Barreiras terá 95% de esgotamento sanitário</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/ambiente-bahia/barreiras-tera-95-de-esgotamento-sanitario</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente Bahia]]></category>

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		<description><![CDATA[Barreiras terá 95% de esgotamento sanitário ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A população do município de Barreiras, no oeste baiano, recebeu, nesta terça-feira (9), o anúncio da maior obra de saneamento básico a ser realizada na cidade. Considerada um dos principais polos de grãos da região, Barreiras possui apenas 8% de cobertura de esgotamento sanitário. Com a conclusão da obra, a cidade passará a ter 95% de cobertura. “Com certeza essa obra é muito bem-vinda, a cidade precisava de saneamento”, declarou o veterinário Benjamin Alkimin.</p>
<p>Durante o evento, também foram anunciadas a implantação do Sistema Simplificado de Abastecimento de Água dos distritos de Beira Rio e Sítio do Livramento e do Sistema Integrado de outros 13 municípios: Baixão, Canabrava, Boqueirão do Rodrigues, Arraial da Penha, Boqueirão do Justino, Brejo Novo, Bom Jesus, Mantiqueira, Bezerro, Palmeiras, Barra da Água Vermelha, Correio e Tabua da Água.</p>
<p>“A gente ficou muitos anos esperando por uma obra como essa, agora, vamos ver as mudanças na vida de todo mundo”, esclareceu, em Barreiras, o administrador Carlos Barbosa. Já o arquiteto Aníbal Barbosa alegou que não só a qualidade de vida da população vai mudar, mas a estrutura da cidade, com uma obra tão completa.</p>
<p>Serão construídos mais de 323 mil metros de rede coletora, 24 mil ligações domiciliares, nove estações elevatórias, três estações de tratamento e mais 140 metros de emissário final para atender a uma população de 128 mil pessoas. Um investimento de R$ 78,5 milhões que fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>As obras serão realizadas pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), dentro do Programa Água para Todos, que já executou mais de 90 intervenções na área de saneamento em todo o estado. “Essa obra vai mudar a vida da população, levando mais qualidade de vida, reduzindo os gastos com saúde pública, despoluindo os rios e abrindo vagas no mercado de trabalho”, explicou o presidente da Embasa, Abelardo Oliveira.</p>
<p>O governador Jaques Wagner ressaltou a importância da obra e garantiu outros investimentos futuros para a cidade, como a ampliação do aeroporto. “Eu estou cumprindo aqui o que assegurei que seria feito, pois era inadmissível uma cidade como Barreiras não ter um sistema de esgotamento sanitário. Agora a população vai ficar coberta com saneamento. Com a despoluição dos rios aqui da região, a qualidade de vida dos habitantes vai melhorar consideravelmente”, afirmou Wagner.</p>
<p><strong>Fonte: Agecom</strong></p>
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		<title>Licenciamento ambiental pode ser dado por 25 municípios baianos</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente Bahia]]></category>

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		<description><![CDATA[Licenciamento ambiental pode ser dado por 25 municípios baianos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Os municípios de Una, Bonito, Luís Eduardo Magalhães, Jiquiriçá, Camaçari, Juazeiro, Candeias, Mucuri, Caravelas e Prado passam a partir desta sexta-feira (5) a ter competência para realizar o licenciamento ambiental de impacto local. A resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cepram) já foi publicada no Diário Oficial. A iniciativa faz parte do programa Gestão Ambiental Compartilhada (GAC), da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), que quer descentralizar a gestão pública ambiental.</p>
<p align="justify">O programa alcançou a meta de tornar mais de 100 municípios autônomos em gestão ambiental, sendo que 25 já estão licenciando. O GAC pretende fortalecer os órgãos municipais e agilizar os processos de licenciamento com segurança técnica e jurídica, porque mais de 70% dos processos encaminhados ao Instituto do Meio Ambiente (IMA) são de impacto local e não ultrapassam os limites territoriais do município.</p>
<p align="justify">O GAC está dividido em três níveis de licenciamento, que depende do porte dos empreendimentos e atividades, da complexidade ambiental, das características do ecossistema e da capacidade de suporte dos recursos ambientais envolvidos. Para ter legitimidade, o município deve possuir legislação ambiental, ter um órgão responsável pelo tema, possuir Conselho Municipal de Meio Ambiente e, quando obrigatório, implementar seu plano diretor.</p>
<p align="justify">“O programa representa um passo decisivo para que sejam compartilhadas competências estaduais e municipais”, avaliou o secretário estadual do Meio Ambiente, Juliano Matos. Ele disse que o Gestão Ambiental Compartilhada tem promovido um avanço do setor no estado. “Os gestores municipais têm uma nova compreensão e acompanham de perto suas questões ambientais”, destacou.</p>
<p align="justify"><span style="font-weight: bold;">Desafio</span></p>
<p align="justify">Segundo o secretário de Meio Ambiente de Bonito, Pedro Barberino, a descentralização da gestão ambiental facilita na tomada de decisões compatíveis ao município, além de dinamizar os processos.</p>
<p align="justify">Já a secretária de Meio Ambiente de Luís Eduardo Magalhães, Fernanda Aguiar, afirmou que a confirmação do nível três de licenciamento trouxe segurança jurídica para o município. Ela explicou que a prefeitura vai estar apta não só para licenciar, mas, sobretudo, fiscalizar.</p>
<p>Fonte: AGECOM-BA</p>
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		<title>Mudanças climáticas entram no cálculo do eleitor brasileiro</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias lado direito com imagem pequena]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudanças climáticas entram no cálculo do eleitor brasileiro]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dois em cada três brasileiros vão ir às urnas pensando em algo mais do que emprego, bolsa família ou impostos: a novidade é à entrada das mudanças climáticas na agenda do eleitor. Os furações extratropicais no Sul do país, os <img class="alignright size-full wp-image-580" title="eleições" src="http://www.ambientenoticias.com.br/wp-content/uploads/eleicoes.jpg" alt="eleições" width="198" height="155" />alagamentos e chuvas torrenciais em Belo Horizonte e São Paulo, o radicalismo da seca no Nordeste e as temperaturas cada vez mais extremas em todo o país estão forçando um novo tema na cabeça do votante brasileiro.</p>
<p>66% dos brasileiros vão decidir seu voto levando em consideração como os candidatos se posicionam diante desta questão, que hoje adquire um tom tão dramático quanto à fome ou a recessão e tão cotidiano como o desemprego ou a inflação.</p>
<p><em>Pergunta: Mudanças climáticas serão um dos mais importantes assuntos que influenciarão meu voto nas próximas eleições (2010).<br />
</em></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="405" valign="bottom"> </p>
<p>Respostas</td>
<td width="64" valign="top"><strong>%</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Concorda totalmente</td>
<td width="64">38,2</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Concorda em parte</td>
<td width="64">27,6</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Soma dos Concorda</td>
<td width="64">65,8</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Discorda em parte</td>
<td width="64">14,7</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Discorda totalmente</td>
<td width="64">15,4</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Soma dos Discorda</td>
<td width="64">30,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Não concorda nem discorda</td>
<td width="64">1,9</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">NS/NR</td>
<td width="64">2,1</td>
</tr>
<tr>
<td width="405" valign="bottom">Total</td>
<td width="64">100</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
</strong><strong>Quem diz que vai levar mais em conta a questão ambiental na hora de escolher candidato?</strong></p>
<p>Os jovens são os mais sensíveis à mobilização eleitoral ao redor da questão das mudanças climáticas: 73% dos que têm 18-24 anos colocam a questão no topo da agenda, o menor percentual está entre os mais velhos (55-69 anos= 52%), criando um corte geracional importantíssimo ao redor do tema. As mulheres são também um pouco mais preocupadas pelo tema do que os homens (68% vs. 64%).</p>
<p>Surpreendemente, não é a elite econômica. As classes, média e média baixa são as mais sensibilizadas pela questão e as que, portanto, teriam maior receptividade para uma candidatura que coloque no centro do debate a questão ambiental. Em termos regionais são as cidades do Nordeste (Recife: 86% e Salvador: 75%) e Goiânia (73%) as que aderem mais a uma plataforma sobre mudanças climáticas. Os eleitores de Brasília são os que dão menor peso a questão (só 50% deles vs. a média nacional de 66%).</p>
<p>Fonte: pesquisa Barômetro Ambiental da Market Analysis, realizado com 835 adultos com 18 ou mais anos residentes nas nove maiores capitais do país (São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Goiânia e Brasília). Entrevistas realizadas por telefone durante o mês de Julho de 2009. Margem de erro = +/- 3.4%.</p>
<p><strong><br />
<hr />Sobre a Market Analysis</strong> &#8211; <a href="http://www.marketanalysis.com.br/" target="_blank">Site</a></p>
<p><em>I</em><em>nstituto de pesquisas de mercado e opinião pública, a Market Analysis Brasil possui mais de dez anos de experiência em estudos relacionadas aos mais diversos temas sócio-econômicos do mercado nacional e internacional, principalmente para os países da América Latina.</p>
<p>Com destaque para os assuntos relacionados à sustentabilidade, meio ambiente, saúde, telecomunicações, comportamento social, novas tecnologias de informação e comunicação e bens de consumo; além de projetos relacionados ao custo-benefício entre preços e atributos, tamanho e segmentação dos mercados, identificação de prospects, introdução de novos produtos e conceitos no mercado (turismo, marketing esportivo e entretenimento).</p>
<p>O instituto desenvolve regularmente projetos para empresas de atuação global, como BBC World News, Nestlé, Philips, Roche, Unilever, Petrobras, Coca-Cola e Pão de Açúcar.</em></p>
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		<item>
		<title>Minc e Tarso propõem fundo ambiental de R$ 500 milhões</title>
		<link>http://www.ambientenoticias.com.br/noticias/noticias-esquerda-sem-imagem/minc-e-tarso-propoem-fundo-ambiental-de-r-500-milhoes</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 11:59:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ambientenoticias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias Esquerda sem imagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Minc e Tarso propõem fundo ambiental de R$ 500 milhões]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><strong>RENAN RAMALHO</strong><br />
da <strong>Folha de S. Paulo</strong>, em Brasília</div>
<p>O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, e o da Justiça, Tarso Genro, assinaram nesta terça-feira (9) um projeto de lei que criaria o Fundo de Proteção Ambiental.</p>
<p>Com recursos de multas e de outros fundos (como o de mudança climática e de segurança pública), ele será usado para apoiar polícias estaduais e órgãos ambientais no combate ao desmatamento na Amazônia, cerrado e caatinga.</p>
<p>Minc estima que, por ano, o fundo disponibilize cerca de R$ 500 milhões.</p>
<p>O objetivo, segundo Minc, é aprovar o projeto no Congresso &#8220;o mais breve possível&#8221; para &#8220;institucionalizar&#8221; o financiamento a ações de combate ao desmatamento.</p>
<p>O projeto consolida também a Comissão Interministerial aos Crimes e Infrações Ambientais.</p>
<p>Trata-se de um grupo composto por representantes dos ministérios da Justiça e Meio Ambiente, polícias Federal e Rodoviária Federal, Ibama e Instituto Chico Mendes para traçar políticas e planos para aplicação do fundo.</p>
<p>&#8220;Como é que podemos ter uma meta oficial com a ONU se não tivermos recursos firmes e forças policiais [para combater o desmatamento]?&#8221;, questionou Minc.</p>
]]></content:encoded>
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